ENGESV - ENGENHARIA SUSTENTÁVEL

ENGESV - ENGENHARIA SUSTENTÁVEL
ENERGIA LIMPA

sábado, 15 de maio de 2010

Engenheiros sem Fronteiras

Mesmo possuindo grande disponibilidade de recursos naturais e humanos, o Brasil é um país de enormes desigualdades. Sofre com a falta de condições básicas e dignas à vida. Sofre com o descaso, omissão e desconhecimento. Muitas vezes a nossa omissão combinada ao desconhecimento de ações que são implantadas por grupos de pessoas no país impedem que possamos contribuir para a melhoria da qualidade de vida das pessoas. Portanto, o Engenheiros Sem Fronteiras - Brasil acreditam no desenvolvimento social, econômico e sustentável das comunidades onde atua e no desenvolvimento da Engenharia como uma ferramenta a serviço da eqüidade e da construção da dignidade humana.
O Engenheiros Sem Fronteiras - Brasil (ESF-Brasil) compartilha da mesma visão e dos mesmos objetivos que os Engenheiros Sem Fronteiras de outros países, mas com proposta de atuação regional, devido à grande quantidade de problemas existentes em nosso próprio país. Para cumprir a missão a que se propõe, dentro de sua visão, os Engenheiros Sem Fronteiras – Brasil prezam pelo desenvolvimento:
Social - Conscientização de todas as partes envolvidas acerca dos problemas enfrentados, objetivando a sustentabilidade dos projetos pela própria comunidade.
Humano - Qualidade de vida das pessoas envolvidas e compartilhamento de conhecimento.
Engenharia - Implementação de projetos de infra-estrutura e gestão visando o desenvolvimento do próprio grupo para lidar com problemas complexos.
Política de Parceria - Comunidades, Universidades, ONGs, pessoas interessadas e empresas que compartilhem dos mesmos objetivos.


Dimensionamento de Vigas e Eixos

Critérios de Resistência.

No dimensionamento dos elementos de máquinas e estruturas, como os eixos e as vigas, vários são os critérios que podem ser utilizados para o estabelecimento de suas dimensões mínimas, compatíveis com as propriedades mecânicas dos materiais utilizados, obtidas nos ensaios em laboratório.

Tais critérios surgem quando se busca a resposta à seguinte questão básica:

- quando ocorrerá a ruína* do material da peça carregada?

*(entendemos como “ruína” a deterioração do material, por ruptura, por plastificação, por ser ultrapassado o limite de proporcionalidade, ou de escoamento etc, dependendo de seu uso).

Várias poderiam ser as hipóteses (teorias) para sustentar uma resposta a tal questão:

- a ruína ocorre quando a maior tensão normal presente ultrapassar o valor da tensão normal ocorrente quando da ruína do corpo de prova no ensaio de tração (ou compressão) do material;
- a ruína ocorre quando a maior tensão tangencial presente ultrapassar o valor da tensão tangencial ocorrente quando da ruína do corpo de prova no ensaio do material correspondente;
- a ruína ocorre quando a maior deformação longitudinal presente ultrapassar o valor da deformação longitudinal ocorrente quando da ruína do corpo de prova no ensaio do material;
- a ruína ocorre quando a maior energia específica de distorção presente ultrapassar o valor da energia de distorção por unidade de volume ocorrente quando da ruptura do corpo de prova no ensaio do material.
- outras...
Como se verá, não há resposta única, válida para qualquer situação: o critério que mais se coaduna com os resultados obtidos em laboratório dependerá do tipo do material e do tipo do carregamento.

Fonte: http://www.uff.br/petmec/downloads/resmat/I%20-%20Dimensionamento%20eixos%20e%20vigas.pdf

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Certificação de Armazéns

A instrução normativa que estabeleceu os requisitos para a certificação de armazéns, publicada no Diário Oficial da União no dia 16/07/07, traz impacto para os armazéns, que correspondem a 90% de toda a capacidade estática brasileira cadastrada pela Conab, de 123 milhões de toneladas. Para responder a possíveis dúvidas sobre o tema, a Companhia preparou uma lista das perguntas mais freqüentes, listadas abaixo. A estatal disponibilizou também em seu site os requisitos técnicos obrigatórios e recomendados que constam na nova legislação.
O que é o Sistema Nacional de Certificação de Unidades Armazenadoras?

De acordo com a legislação, o Sistema Nacional de Certificação de Unidades Armazenadoras deve estabelecer as regras e procedimentos de gestão para qualificação e habilitação de armazéns, visando a guarda e conservação de produtos agropecuários. Ele está sob a coordenação do Ministério da Agricultura e conta com a participação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio. Seu desenvolvimento será de acordo com as normas do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade.
O que é a Avaliação da Conformidade?

É um processo sistematizado, com regras preestabelecidas e devidamente acompanhado, para avaliar o grau de confiança de um serviço. É o instrumento que fornece a evidência de que o sistema de gestão do serviço atende requisitos técnicos especificados em normas e regulamentos.
Como foram elaboradas as regras para a certificação?

Com a participação de representantes dos setores público e privado, foram estabelecidos os requisitos técnicos recomendados ou obrigatórios para a certificação de unidades armazenadoras e o regulamento de avaliação da conformidade. Por se tratar de uma certificação compulsória, essas regras foram submetidas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) à consulta pública entre novembro de 2006 e fevereiro de 2007. Após análise das contribuições apresentadas, o texto final foi aprovado pelo Mapa e publicado na Instrução Normativa n.º 33, de 12 de julho de 2007.
Quando será obrigatória a certificação?

A instrução normativa não trata deste assunto. No entanto, os prazos para adaptação às regras já estão sendo contados desde sua publicação, em 16 de julho de 2007. Alguns requisitos são obrigatórios no momento da primeira vistoria da unidade armazenadora pela entidade certificadora, outros terão prazos de três ou cinco anos, após a publicação das regras pelo Mapa, para que o armazenador promova as adequações exigidas. Contudo, é recomendável que ele procure iniciar o processo o quanto antes, visto que a quantidade de armazéns que deverão ser certificados é muito grande.
Todo armazenador deverá ser certificado?

Não. A certificação será obrigatória para as pessoas jurídicas que prestam serviços remunerados de armazenagem de produtos a terceiros, inclusive ao governo federal, armazenando os estoques públicos. As regras valem apenas para os armazéns em ambiente natural.
Um armazenador não obrigado por lei poderá ser certificado?

Sim, pois não há restrição para a participação voluntária de unidades armazenadoras não obrigadas a se certificarem, ou seja, é possível a certificação voluntária para aquelas estruturas armazenadoras que não se enquadram como prestadoras de serviços para terceiros.
Quais são os passos que seguirão à publicação da instrução normativa?

Após a publicação da instrução normativa pelo MAPA, o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) irá iniciar o credenciamento dos Organismos de Certificação de Produto (OCP), que são as empresas que farão a certificação. Elas serão responsáveis pelo controle e pelo acompanhamento da concessão de licença e uso da identificação da certificação. Os auditores dessas entidades passarão por um curso de formação. O Inmetro irá disponibilizar na sua página da internet os OCP.
Quais são os principais requisitos exigidos na certificação?

O Sistema de Certificação de Unidades Armazenadora está balizado em três pilares: (1) os aspectos técnicos, em que são exigidos os equipamentos indispensáveis para a guarda e conservação do produto; (2) os aspectos relativos à documentação, nos quais é exigida documentação que comprova, entre outras operações, o manejo adotado pelo armazenador durante o armazenamento; e (3) a capacitação da mão-de-obra em que o armazém comprova possuir programa de treinamento de todos os empregados.
Qual o primeiro passo que um armazenador deve dar para ser certificado?

Para ingressar no programa de Avaliação da Conformidade, o armazenador já deve estar cadastrado na Conab. A partir daí, cabe-lhe solicitar a certificação ao OCP, informando que seu estabelecimento está de acordo com os requisitos técnicos recomendados e obrigatórios. A empresa certificadora verifica essa documentação e realiza uma vistoria. Caso esteja tudo dentro do que prevê a instrução normativa, ele emite o certificado. Se não, é informado sobre o que precisa ainda ser feito. Há situações em que o armazém poderá ter um documento provisório. Ele poderá operar, mas haverá um prazo para se adequar a alguns requisitos obrigatórios que não serão exigidos inicialmente.
Haverá auditorias a cada cinco anos. Constatada alguma inconformidade, o OCP poderá suspender temporariamente ou excluir a licença de uso de identificação da certificação. O depositário deverá manter as condições que serviriam de base para a obtenção do documento. Caso haja alterações nas condições apresentadas, ele deverá comunicar o fato à empresa certificadora, que determinará se as mudanças anunciadas exigem auditorias adicionais.
A Conab já cadastra e credencia armazéns. Existe alguma relação entre armazéns cadastrados, credenciados e certificados?

Os conceitos são bem diferentes. O cadastramento na Conab é um dos requisitos obrigatórios da certificação. Para isso, todo armazém deve estar cadastrado na Companhia, ou seja, seus dados técnicos devem estar disponíveis no banco de dados. A certificação é obrigatória para todas as empresas armazenadoras jurídicas que prestam serviços remunerados para terceiros, independentemente da propriedade do produto. O credenciamento realizado pela Conab está relacionado exclusivamente com os estoques de propriedade do Governo Federal. Apenas os armazéns credenciados é que podem receber e armazenar os estoques governamentais.
Com o início do sistema de certificação, a Conab vai alterar o processo para o credenciamento de armazéns?

A Conab vai alterar as normas para que o primeiro requisito para o credenciamento seja a certificação. Outras exigências e requisitos para que o armazém opere com os estoques públicos vão continuar existindo, pois há questões técnicas e peculiaridades para quem presta serviço para o Governo. Para credenciamento, continuará sendo necessária a inexistência de pendências financeiras com a Conab, o cadastro no SiCAF e a assinatura do Contrato de Depósito.

Fonte: Mais informações estão disponibilizadas no site da Conab.
Companhia Nacional de Abastecimento
Gerência de Comunicação da Conab

Links referenciados

Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial
www.inmetro.gov.br

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
www.agricultura.gov.br

Companhia Nacional de Abastecimento
www.conab.gov.br

Gerência de Comunicação da Conab
gerco@conab.gov.br

Governo Federal
www.brasil.gov.br

Inmetro
www.inmetro.gov.br

Conab
www.conab.gov.br

MAPA
www.agricultura.gov.br

Saiba mais por este link:       http://www.engesv.com.br/contate-nos_1.html

terça-feira, 11 de maio de 2010

Briquete

Briquete

Produto de alto teor calorífico, obtido pela compactação dos resíduos de madeiras como o pó de serragem e as casca vegetais, geralmente provenientes do desdobramento de tora. Apresenta forma regular e constituição homogênea e de grande utilização para a geração de energia principalmente em fornos industriais. É considerado uma lenha ou carvão ecológico de alta qualidade, feito a partir da compactação de resíduos ligno-celulósicos, sob pressão e temperatura elevadas, tais como: galhos e cascas de árvores, aparas de madeira, serragem, pó de lixa, maravalhas, bagaço de cana-de-açúcar, casca de arroz, palha e sabugo de milho etc.

O briquete é uma lenha ecológica, que substitui com grande eficiência a lenha comum o óleo BPF, o gás, a energia e outros. Serve para fornos de pizzas padarias, indústrias, lareiras,lavanderias,fogão a lenha e outros. Alternativa atual de energia, com os altos preços dos combustíveis, e a preocupação com o meio ambiente, o briquete se tornou uma solução pratica e viável com um ótimo custo-beneficio, trazendo uma ótima economia, rentabilidade e garantia no fornecimento.

Características do Briquete:

Densidade: 1.000 kg/m3 a 1.300 kg/m3

Consumo: 20 a 60 kWh/t

Produção: 200 a 1.500 kg/h

P.C.I: 4.800 kcal/kg (20,1 MJ/kg)

Voláteis: 81%(base seca)

Cinzas: 1,2% (base seca)

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Vantagens da Utilização de Briquetes.

•Podem ser usados em caldeiras, lareiras, padarias, pizzarias, cerâmicas;

•São produzidos em tamanhos padrões;

•São fornecidos em embalagens padronizadas, uma tonelada de briquete substitui até 5 m3 de lenha;

•Poder calorífico de 2,5 vezes maior do que o da lenha;

•Espaço de armazenagem reduzido, possibilitando assim a manutenção de estoques reguladores e de emergência;

•Produto higiênico sem os inconvenientes da lenha;

•Devido a baixa umidade a temperatura se eleva rapidamente, produzindo menos fumaça cinza e fuligem em relação a lenha;

•Não danifica a fornalha no manuseio de abastecimento;

•Fim da queima de resíduos;

•Produto 100% reciclado e “Ecologicamente correto”, pois diminui o desmatamento;

•O Briquete é vendido por peso certo. Já a lenha é comercializada por m3, o que permite perdas devido aos vazios em seu empilhamento;

•Em razão de sua regularidade térmica, o Briquete mantém o calor Homogêneo;

•Alto poder calorífico mais homogêneo que a lenha;

•Maior temperatura de chama;

•Regularidade térmica;

•Menor índice de poluição pois é um combustível renovável;

•Permite o aproveitamento do lixo das indústrias de base florestal, agro-agrícolas, agroalimentares, entre outros de origem vegetal;

•Reduz o impacto negativo sobre as florestas nativas para a retirada de lenha.

Maiores informações: www.lippel.com.br
http://www.lippel.com.br/downloads/category/3-briquetagem.html

domingo, 11 de abril de 2010

Eng° Sérgio Valadão

 "Engenheiro mecatrônico, especialista em segurança no trabalho e bioenergia com ênfase em biocombustíveis, 12 anos de experiência em cargos de gerente industrial, supervisor técnico, supervisor de vendas. Focado em objetivos, atuo nas áreas de despoeiramento industrial, treinamentos diversos, qualidade, manutenção, projetos, usinagem, montagem e fabricação de máquinas agrícolas e usinas de biodiesel. Conhecimento avançado de softwares como AutoCAD, Matlab e outros. Habilidade em montar, motivar, recrutar equipes de trabalho. Interesse em execução, fiscalização e gerenciamento de projetos em obras e fábricas industriais. Dinâmico, ótimo relacionamento, espírito de equipe, liderança e empreendedor." 

Especializações: MBA Gestão de projetos, Engenheiro bioenergético enfase em biocombustíveis, Engenheiro de segurança no trabalho, Engenheiro de controle e automação, Técnico em mecânica e Torneiro mecânico.  

Principais cursos: Análise de Vibrações e Termografia, Auditor de gestão integrada normas 14000, 18000 e 9000, Matlab, Auto Cad, C++, Eletrônica Analógica e Digital, Tornearia Mecânica, Pneumática, Hidráulica, Metrologia, Lubrificação, Elementos de Máquinas, Desenho Mecânico, CLP, CNC, Elétrica, Solda Elétrica, Mig e Oxiacetilênica, Ajustagem Mecânica, Controle e Automação, Project, entre outros.

 Linkedin


ENGESV- ENGENHARIA SUSTENTÁVEL

Serviços:

Projetos de Fabricação, para o comércio de máquinas agrícolas e equipamentos agroindustriais, bioenergéticos e mecatrônicos.

Projetos de Engenharia de Segurança no Trabalho: PPRA, LTCAT, CIPA, EPI, etc.

Execução, reformas, manutenções, montagens em equipamentos de armazenagem e secagem de grãos agricolas.

Obras e montagens mecânicas, elétricas, projetos de captação de pó, captação de película, biodigestores, controle e automação, sistemas de proteção de descarga atmosférica.

Desenvolvimento de projetos e serviços em conformidade com a legislação ambiental, sistemas de controle e combate a incêndio, usinagem, fabricação e montagem de usina completa de biodiesel, consultoria e assessoria, treinamentos, novos projetos.

Fundições, pinturas, biodigestores, SPDA , Documentações para a FEAM, ANP, MTB, Bombeiros, CREA, Ministério da Agricultura, Policia Federal, entre outros.

sábado, 10 de abril de 2010

Processo de Obtenção do Biogás

O Brasil utiliza fontes renováveis de energia e a energia hidroelétrica é a responsável por mais de 80% da eletricidade consumida no país, seguida pelo etanol, biodiesel e biomassa. Na região do Triangulo Mineiro e alto Paranaíba em Minas Gerais a produção gerada pelas agroindústrias, principalmente os dejetos das granjas de suínos, estão sendo utilizados para a geração de energia elétrica, através do biogás fornecido pelos biodigestores rurais, ajudando a evitar problemas ambientais e reduzindo os custos de produção. Este trabalho tem por objetivo apresentar resultados experimentais (estudo de caso) em que a adição de 5% de glicerina em um biodigestor rural, aumenta a produção de biogás em cinco vezes. O excesso de glicerol, subproduto do biodiesel no mercado brasileiro, em conseqüência da lei que obriga a Petrobrás a adicionar 5% “B5” de biodiesel no diesel fóssil, justifica este trabalho. Planeja-se que o biodigestor rural seja alimentado à base de estrume de suíno, operando-se a uma temperatura interna de 37°C e com sistema de agitação, e será adicionado 5% desta glicerina ao substrato para comprovar o desempenho do biodigestor e verificar se a capacidade útil será otimizada.

Mais informações: engenharia@engesv.com.br

                              www.engesv.com.br

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Gestão de Projetos

Gerência de projetos, gestão de projetos, gerenciamento de projetos ou ainda administração de projetos é a aplicação de conhecimentos, habilidades e técnicas na elaboração de atividades relacionadas para atingir um conjunto de objetivos pré-definidos. O conhecimento e as práticas da gerência de projetos são mais bem descritos em termos de seus processos componentes.

Reduzida à sua forma mais simples, a gerência de projetos é a disciplina de manter os riscos de fracasso em um nível tão baixo quanto necessário durante o ciclo de vida do projeto. O risco de fracasso aumenta de acordo com a presença de incerteza durante todos os estágios do projeto.

Um ponto-de-vista alternativo diz que gerenciamento de projetos é a disciplina de definir e alcançar objetivos ao mesmo tempo em que se otimiza o uso de recursos (tempo, dinheiro, pessoas, espaço, etc).

A gerência de projetos é frequentemente a responsabilidade de um indivíduo intitulado gerente de projeto. Idealmente, esse indivíduo raramente participa diretamente nas atividades que produzem o resultado final. Ao invés disso, o gerente de projeto trabalha para manter o progresso e a interação mútua progressiva dos diversos participantes do empreendimento, de modo a reduzir o risco de fracasso do projeto, podendo arcar com qualquer ônus.

Um projeto é desenvolvido pelo profissional denominado "gerente de projeto". Este profissional raramente participa das atividades diretas do projeto que produzem os resultados. Sua função é "gerenciar" o progresso do empreendimento e através das variáveis (qualidade, custo, prazo e âmbito) verificar seus desvios. Desta forma, seu objetivo geral é proporcionar que as falhas inerentes aos processos sejam minimizadas.

Um gerente de projeto tem que determinar e executar as necessidades do cliente, baseado nos seus próprios conhecimentos. A habilidade de adaptar-se aos diversos procedimentos pode lhe proporcionar um melhor gerenciamento das variáveis e desta forma uma maior satisfação do cliente.

Em campo, um gerente de projeto bem sucedido deve poder imaginar o projeto inteiro do seu começo ao seu término e desta forma assegurar que esta visão seja realizada.

Qualquer tipo de produto ou serviço—edifícios, veículos, eletrônica, software de computador, serviços financeiros, etc. -- pode ter sua execução supervisionada por um gerente de projeto e suas operações por um gerente de produto.

Referências gerais

Heizer, Jay; Render Barry. "Operations Management": International Edition, 7ª Edição 2004, ISBN 131209744
Gaither, Norman. Production and Operations Management" International Edition, 5ª Edição 1992, ISBN 30746221
Monks, Joseph G. " Administração da Produção" Editora McGraw Hill, 1ª Edição 1987, ISBN 74502778

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Filtros Mangas

A cada dia que passa mais empresas se encontram na condição de controlar a emissão de particulados para a atmosfera, seja pelas exigências governamentais, seja pelo reaproveitamento da matéria-prima, ou mesmo, pela política de respeito ao meio ambiente.

Nesse contexto, o mercado de sistemas de controle ambiental tem crescido cerca de 20% ao ano, encorajando o surgimento de novos fabricantes de filtros e o aprofundamento sobre o tema por parte das equipes de manutenção de cada indústria.

A otimização do rendimento do equipamento inicia com o conhecimento de suas limitações, o seu correto dimensionamento (área filtrante), a mais econômica e eficiente especificação das mangas e a correta operação do filtro.

Limitações dos equipamentos - De modo geral, a separação de partículas sólidas (como pigmentos metálicos, adubos, fuligem, minerais, fumos metálicos, pós de cimento, cereais, etc.) do ar ou de um gás é realizada por um sistema composto por coifa, filtro, ventilador, chaminé conectados por tubulações.

Supondo que um filtro receba 100 g/m3 de pó e deixe passar 0,050 g/m3 para a chaminé, consideramos que sua eficiência é de 99,95%, ou seja, é a diferença percentual entre as concentrações de pó na entrada e na saída do filtro.

Tipicamente, os órgãos ambientais públicos determinam que um filtro não deve emitir mais que 0,05 g/m3 ou 50 mg/m3 independentemente da concentração inicial de pó. Salvo filtros localizados em regiões pouco habitadas (150 mg/m3) ou filtros para pós tóxicos (10 mg/m3 ou menos).

Fonte: http://www.quimicaederivados.com.br/revista/qd407/filtros1.htm
Eng.Químico Tito de Almeida Pacheco



quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Usina de Biodiesel

Fabricação, Operação e Comercialização de uma usina completa de biodiesel desde a recepção das oleoginosas, armazenamento dos grãos, extração incluindo extrusora e prensagem, decantações e filtragens, transesterificação, laboratório para analises com a finalidade de atender as normas e resoluções da ANP “Agencia Nacional do Petróleo” produzindo biodiesel com qualidade, proporcionando lucratividade e soluções alternativas para um dos setores mais importantes da economia mundial na atualidade: Combustíveis Renováveis.


Disponibilizar aos agricultores, órgãos públicos, transportadoras, mineradoras ou grandes consumidores de energias fósseis, conhecimentos tecnológicos básicos e necessários para entender a construção, operação e a comercialização de uma usina produtora de biodiesel, a fim de auditar, gerenciar, supervisionar, empreender, fabricar, etc, transformando as várias opções de oleoginosas em uma forma orgânica rentável e ecologicamente correta.

Usina de Biodiesel com produção em bateladas, matéria prima: soja, óleo vegetal, óleo reciclável com forma construtiva horizontal ou vertical, sistema de aquecimento a óleo térmico. • Fabricação, • Tanques de processamento, • Decantadores, • Tanques de resfriamento de água, •Tanques de armazenamento, • Laboratório químico, • Escritório, • Galpão, • Maquinários, • Reservatórios, • Fluxogramas de funcionamento da usina de Biodiesel, •Moega, •Extração, • Processo por Transesterificação, • Analises Laboratoriais, •Fornecedores, •Responsabilidade Técnica, ARTs, CREA, •DOCUMENTAÇÃO: ANP, FEAM, BOMBEIROS, MTB, PROJETOS ELETRICOS, MECANICOS, SEGURANÇA NO TRABALHO, SPDA, PROJETO DE CONBATE A INCENDIO, FISCALIZAÇÃO DOS ORGÃOS FEDERAIS, ESTADUAIS E MUNICIPAIS.

A tecnologia da USINA é baseada na transesterificação, catálise homogênea, processo para as rotas etílicas e metílicas, com forte enfoque na utilização do etanol derivado da cana em substituição do derivado fóssil metanol, podendo também os dois serem integralizados na planta de Biocombustíveis. O uso do etanol apresenta muitas vantagens, como: a segurança operacional da usina com sensível redução do risco de acidentes; a produção no local refletindo na garantia de suprimento; e de ser um derivado de fontes renováveis.

INSTALAÇÃO, ATIVAÇÃO E FUNCIONAMENTO: Projeto, fabricação, treinamento e testes operacionais, Fabricação conforme a norma nacional ABNT.

ABDIESEL LTDA

ENGESV -ENGENHARIA SUSTENTÁVEL - http://www.engesv.com.br/

sábado, 19 de setembro de 2009

Segurança no Trabalho e Meio Ambiente

 EXPLOSÃO DE PÓ EM UNIDADES ARMAZENADORAS E PROCESSADORAS DE
 PRODUTOS AGRÍCOLAS E SEUS DERIVADOS

RESUMO

Este trabalho aborda os riscos existentes nas fases de armazenamento, transporte, beneficiamento e transporte de produtos agrícolas (grãos de cereais) e seus derivados, sob o ponto de vista da ocorrência de explosões do pó em suspensão, em indústrias de secagem e armazenagem de cereais e fábricas de rações e farelos. As causas do fenômeno são pouco conhecidas por empresários, técnicos e funcionários.
Conhecem mais suas consequências, em geral extremamente danosas. A literatura especializada define explosões primárias e secundárias, faz uma explanação sobre os fatores influentes e locais de risco, descreve medidas preventivas para equipamentos e instalações, assim como analisa os sistemas construtivos seguros. Baseado nesses conhecimentos, foi desenvolvido o presente Estudo de Caso: acidente ocorrido em 1993 em uma instalação típica a que este trabalho se refere, com descrição do acidente, laudos periciais emitidos, estudo e discussão dos procedimentos tomados e conclusões dos peritos, possíveis causas e medidas para evitar acidentes de tal magnitude, aprendendo com as falhas ocorridas. Há muito o que se estudar sobre o tema. A prudência e segurança é importante nas atividades industriais sujeitas ao risco de explosão de pós em suspensão. Palavras-chave: Explosão, Pó.

Fonte: http://www.uepg.br/denge/eng_seg_2004/TCC/TCC%2017.PDF
CLAUDIO BETENHEUSER
CARLOS RODRIGO FERREIRA
OSVALDO THIBES CHAVES DE OLIVEIRA
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado para obtenção do título de Especialista em
Engenharia de Segurança do Trabalho - Departamento de Engenharia Civil
Universidade Estadual de Ponta Grossa.