ENGESV - ENGENHARIA SUSTENTÁVEL

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ENERGIA LIMPA

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Gestão de Riscos em Projetos

O objetivo de fazer um projeto é obter ou estabelecer algo novo, apostar, correr o risco. Projetos livres de riscos já foram realizados. Terminar tudo no prazo acertado, com o custo combinado e da forma como os clientes desejam é o que se espera de qualquer organização. Porém, garantir o sucesso dos projetos continua sendo notoriamente difícil. Saber lidar com os riscos é um fator decisivo para o sucesso ou fracasso do projeto. Para fazer decisões eficientes, é necessário ter mão nos riscos que o projeto enfrenta e claras estratégias para os tratar ou eliminar. Portanto risco é tudo o que pode estar entre nós e o sucesso, e que é atualmente incerto ou desconhecido.

Nem sempre é possível eliminar os riscos por completo, mas podemos nos esforçar para reduzir a probabilidade de que os riscos se concretizem, ou para mitigar as suas conseqüências negativas.

A Gestão de Riscos aplicada em projetos consiste na identificação, classificação e quantificação dos riscos, bem como na definição, planejamento e gerenciamento das ações de resposta a estes riscos.

Os principais benefícios da Gestão de Riscos são a minimização da probabilidade de eventos adversos aos objetivos dos projetos, ampliando assim as chances de sucesso destes. Fala-se também de "oportunidade" como o "risco com sinal trocado", isto é, evento incerto e futuro que pode ampliar o sucesso de um projeto. A Gestão de Riscos inclui a busca da maximização da probabilidade e consequência das oportunidades em Projetos.

O primeiro estágio na Gestão de Risco consiste em identificar os riscos. A identificação dos riscos consiste em determinar os riscos que podem afetar o projeto e documentar suas características. É de responsabilidade de cada participante do projeto, desde os executivos seniores até os membros da equipe, o pessoal de vendas e demais interessados diretos identificar os riscos que envolvem o projeto. Ao identificar os riscos, elimina-se o fator surpresa, aumentando assim a eficácia e a eficiência ao tratar as conseqüências. A identificação dos riscos é iterativa pois novos riscos podem ser conhecidos conforme o projeto se desenvolve e devem ser acompanhados durante todo seu ciclo de vida.

Os riscos podem ser identificados segundo uma estrutura analítica de riscos. Esta estrutura pode variar de acordo com a política da empresa ou de acordo com o tipo de negócio. Os riscos podem ser Técnicos (Requisitos, Tecnologia, Complexidade e Interfaces, Desempenho e Confiabilidade e Qualidade), Externos (Subcontratados e Fornecedores, Regulamentações, Mercado, Cliente, Clima), Organizacionais (Dependências do projeto, Recursos, Financiamento, Priorização), Gerenciamento (Estimativas, Planejamento, Controle, Comunicação) ou podem ser de outras naturezas não descritas aqui. O resultado desta identificação é um registro que contém uma descrição detalhada de todos os riscos identificados.

Como técnicas de identificação de riscos podemos citar brainstorming, checklists, relatórios de projetos já concluídos e a análise cuidadosa das premissas básicas que nortearam o planejamento inicial.

Após a identificação os riscos são analisados quanto a probabilidade de ocorrência dos eventos associados a esses riscos e o impacto que terão caso os mesmos se materializem. A avaliação precisa ser feita para as três principais dimensões dos riscos de projetos: escopo (qualidade), prazos e recursos (orçamento). O propósito da avaliação de riscos é priorizá-los quanto a sua criticidade.

O planejamento das respostas aos riscos é o processo de desenvolver opções e determinar ações para aumentar as oportunidades e reduzir as ameaças aos objetivos do projeto. As respostas deverão ser adequadas a sua importância.

Na fase de tratamento dos riscos, implantam-se medidas para evitar ou reduzir os riscos. Entre elas se incluem os planos de contingência, as ações para evitar os riscos, as medidas para minimizar os riscos, a transferência dos riscos para terceiros e a aceitação dos riscos.A prevenção de um risco envolve mudanças no plano de gerenciamento do projeto para eliminar a ameaça apresentada por um risco adverso, para isolar os objetivos do projeto do impacto do risco ou para flexibilizar o objetivo que está sendo ameaçado, como extensão do cronograma ou redução do escopo.Nem sempre os riscos podem ser eliminados por completo. Mas é possível mitigar, reduzindo a probabilidade e/ou impacto de um evento de risco adverso até um limite aceitável. A realização de ações para reduzir a probabilidade e/ou impacto de um risco é mais eficaz que reparar os danos após a ocorrência. Quando não for possível reduzir a probabilidade, uma resposta de mitigação poderá abordar o impacto do risco se concentrando nas ligações que determinam a gravidade.

Quando a equipe do projeto decidi não mudar o plano de gerenciamento do projeto para tratar um risco ou que não consegue identificar qualquer outra estratégia de resposta adequada, o risco é aceito pelo projeto e a estratégia de ação ativa mais comum é estabelecer reservas de contingências, inclusive recursos, tempo e dinheiro.

A transferência do risco exige a passagem do impacto negativo de uma ameaça para terceiros, juntamente com a propriedade de resposta. Esta transferência confere à outra parte a responsabilidade por seu gerenciamento, mas não elimina os riscos. A transferência de risco é mais eficaz quando está relacionada à exposição a riscos financeiros. Exemplo disso é se fazer um seguro relacionado ao risco identificado.

Os planos de contingência não controlam um risco diretamente, mas fornecem planos prontos para serem implementados após a ocorrência do risco. São um exercício muito útil, já que, segundo uma regra prática geralmente aceita, solucionar um problema depois que ele ocorre é dez vezes mais caro do que desenvolver um plano emergencial com antecedência.

O produto final do processo de análise e avaliação de riscos é um registro priorizado dos riscos, com atribuição de responsabilidades e a definição de planos de ação.

A gestão de riscos é essencial em todo o projeto, e se não for iniciada com a definição dos requisitos, pode criar grandes dissabores, quer a nível de expectativas de usuários, clientes e  gestores, quanto ás funcionalidades, quer a nível de budget, timing e qualidade do projeto.

Gestão De Riscos: Fator Decisivo Para O Sucesso Do Projeto publicado 8/03/2007 por Juliana Zanolli em http://www.webartigos.com


Fonte: http://www.webartigos.com/articles/1282/1/Gestao-De-Riscos-Fator-Decisivo-Para-O-Sucesso-Do-Projeto/pagina1.html#ixzz10C6tutZd

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

CARRO MOVIDO A HIDROGÊNIO


Imagine um automóvel que funciona alimentado por uma fonte de energia tão limpa que o único resíduo que produz é vapor d'água. Parece sonho, mas já existem no mundo alguns protótipos desse veículo. Trata-se do carro movido a hidrogênio.
 

O único grande problema tecnológico que ainda precisa ser resolvido, para que sua produção em grande escala possa ser pensada, é uma forma segura e economicamente viável de armazenar o "combustível". Isso porque o hidrogênio é um gás altamente combustível e instável. Basta lembrar que o Zeppelin incendiou-se com hidrogênio gasoso e a Challenger explodiu a partir de seus tanques de hidrogênio líquido.

A solução tem grandes chances de nascer no Brasil, Para isso, a Coordenação de Programas de Pós-graduaçáo em Engenharia (Coppe) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) está desenvolvendo, em parceria com a Renault, uma das mais promissoras linhas de pesquisa em curso no mundo: o "tanque" maciço, no qual os átomos de hidrogênio sáo "embutidos" dentro da estrutura atômica do metal, A parceria representa a primeira vez que a Renault transfere parte de sua pesquisa para fora da França.
 
Reações


O carro a hidrogênio não polui porque não queima combustível. Seu motor "arranca" energia elétrica do hidrogênio por meio de reações químicas limpas. Nesse automóvel, uma célula (ou pilha) combustível realiza o inverso da eletrólise, combinando átomos de hidrogênio e de oxigênio. 0 processo produz vapor d'água e uma corrente elétrica.


Além de limpo, o motor a hidrogênio é muito mais eficiente que os motores convencionais a explosão, usados hoje nos automóveis. Enquanto um motor elétrico transforma em energia mecânica (do movimento) quase 100% da energia que produz, um motor a explosão converte em energia de movimento menos de 30% da energia gerada pela queima do combustível.

Esse desperdício tem um preço bem alto: nos grandes centros urbanos, a queima de combustível por veículos responde por mais de 90% da poluição atmosférica e o gás carbônico é apontado como um dos maiores responsáveis pelo efeito estufa.

"O mais grave é que os motores a explosão estão no limite do seu desenvolvimento tecnológico, ou seja, praticamente não tem mais como melhorar sua eficiência", explica o engenheiro Paulo Emílio Valadão de Miranda, responsável pelo Laboratório de Hidrogênio da Coppe, um dos mais modernos do mundo, e coordenador das pesquisa a para o "tanque" sólido da Renault.

Vantagens

As vantagens do carro a hidrogênio são imensas, mas algumas dificuldades precisam ser vencidas para que possa substituir os Veículos convencionais. Os diferentes protótipos de veículos a hidrogênio que existem hoje (fabricados pela Renault, Toyota e Daimler-Benz) armazenam o combustível na forma gasosa ou líquida, o que, além de não ser completamente seguro, implica custos muito altos. [...]

Veja mais: www.fisicafacil.pro.br/hidrogenio.htm
Postado por: Simone Biehler Ntateos, O Estado de S. Paulo, 15 de julho de 1999

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Medidores de Nível de Pressão Sonora

..."Os medidores de nível de pressão sonora são conhecidos como decibelímetros e são compostos de: microfone, atenuador, circuitos de equalização, circuitos integradores e mostrador graduado em dB. Normalmente, eles possuem 2 curvas de ponderação (equalização A e C), podendo possuir, em alguns casos quatro curvas (equalização A,B,C e D). No mínimo 2 constantes de tempo: lenta e rápida, sendo que alguns podem apresentar as constantes impulso e pico. A faixa de operação destes equipamentos está entre 30 e 140 dB. São caracteristicamente instrumentos de medição instantânea.

Junto com os decibelímetros deve existir sempre um equipamento acessório chamado de calibrador. Este equipamento emite um sinal de amplitude e freqüência (1 kHz) definidos, que permitem fazer a aferição do decibelímetro antes de sua operação.

Outra forma de fazer medição de ruído é com a utilização de dosímetros, que é um aparelho de uso pessoal, que pode ser colocado no bolso ou cintura do trabalhador e com um microfone preso próximo ao seu ouvido, sem interferir em seus movimentos e que avalia o ruído a que o mesmo está exposto durante toda uma jornada de trabalho. O dosímetro apresenta a medida como uma porcentagem da exposição diária permitida. Assim, este equipamento deve ser ajustado de acordo com a legislação a que o trabalhador está submetido para que o valor máximo permitido sempre seja de 100%. Este equipamento considerado como a forma mais precisa de se avaliar o ruído a que o trabalhador está submetido, uma vez que realiza a integração ruído x tempo durante a realização de todas as atividades do trabalhador."...



Fonte: UTILIZAÇÃO DO DOSÍMETRO NAS AVALIAÇÕES DE RUÍDO OCUPACIONAL

Renato Crivellari Creppe       -           Departamento de Engenharia Elétrica - Unesp - Campus de Bauru

Luiz Gonzaga Campos Porto -           Departamento de Engenharia Elétrica - Unesp - Campus de Bauru

Abstract: This paper shows the dosimeter calibration and utilization for safety of the work. Datalogging noise osimeters were utilized to collect noise exposure data. Dosimeter microphones were placed on the shoulder of the workers' dominant hand. All dosimeters were calibrated prior to and following all monitoring events, and calibrations outside the manufacturer's recommendations resulted in sample exclusion. Dosimeters were downloaded directly into a PC for data analysis. Monitored workers reported their name, trade, age, and years of experience for analysis.
Key-wordS: Noise, Safety of the Work

sábado, 15 de maio de 2010

Engenheiros sem Fronteiras

Mesmo possuindo grande disponibilidade de recursos naturais e humanos, o Brasil é um país de enormes desigualdades. Sofre com a falta de condições básicas e dignas à vida. Sofre com o descaso, omissão e desconhecimento. Muitas vezes a nossa omissão combinada ao desconhecimento de ações que são implantadas por grupos de pessoas no país impedem que possamos contribuir para a melhoria da qualidade de vida das pessoas. Portanto, o Engenheiros Sem Fronteiras - Brasil acreditam no desenvolvimento social, econômico e sustentável das comunidades onde atua e no desenvolvimento da Engenharia como uma ferramenta a serviço da eqüidade e da construção da dignidade humana.
O Engenheiros Sem Fronteiras - Brasil (ESF-Brasil) compartilha da mesma visão e dos mesmos objetivos que os Engenheiros Sem Fronteiras de outros países, mas com proposta de atuação regional, devido à grande quantidade de problemas existentes em nosso próprio país. Para cumprir a missão a que se propõe, dentro de sua visão, os Engenheiros Sem Fronteiras – Brasil prezam pelo desenvolvimento:
Social - Conscientização de todas as partes envolvidas acerca dos problemas enfrentados, objetivando a sustentabilidade dos projetos pela própria comunidade.
Humano - Qualidade de vida das pessoas envolvidas e compartilhamento de conhecimento.
Engenharia - Implementação de projetos de infra-estrutura e gestão visando o desenvolvimento do próprio grupo para lidar com problemas complexos.
Política de Parceria - Comunidades, Universidades, ONGs, pessoas interessadas e empresas que compartilhem dos mesmos objetivos.


Dimensionamento de Vigas e Eixos

Critérios de Resistência.

No dimensionamento dos elementos de máquinas e estruturas, como os eixos e as vigas, vários são os critérios que podem ser utilizados para o estabelecimento de suas dimensões mínimas, compatíveis com as propriedades mecânicas dos materiais utilizados, obtidas nos ensaios em laboratório.

Tais critérios surgem quando se busca a resposta à seguinte questão básica:

- quando ocorrerá a ruína* do material da peça carregada?

*(entendemos como “ruína” a deterioração do material, por ruptura, por plastificação, por ser ultrapassado o limite de proporcionalidade, ou de escoamento etc, dependendo de seu uso).

Várias poderiam ser as hipóteses (teorias) para sustentar uma resposta a tal questão:

- a ruína ocorre quando a maior tensão normal presente ultrapassar o valor da tensão normal ocorrente quando da ruína do corpo de prova no ensaio de tração (ou compressão) do material;
- a ruína ocorre quando a maior tensão tangencial presente ultrapassar o valor da tensão tangencial ocorrente quando da ruína do corpo de prova no ensaio do material correspondente;
- a ruína ocorre quando a maior deformação longitudinal presente ultrapassar o valor da deformação longitudinal ocorrente quando da ruína do corpo de prova no ensaio do material;
- a ruína ocorre quando a maior energia específica de distorção presente ultrapassar o valor da energia de distorção por unidade de volume ocorrente quando da ruptura do corpo de prova no ensaio do material.
- outras...
Como se verá, não há resposta única, válida para qualquer situação: o critério que mais se coaduna com os resultados obtidos em laboratório dependerá do tipo do material e do tipo do carregamento.

Fonte: http://www.uff.br/petmec/downloads/resmat/I%20-%20Dimensionamento%20eixos%20e%20vigas.pdf

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Certificação de Armazéns

A instrução normativa que estabeleceu os requisitos para a certificação de armazéns, publicada no Diário Oficial da União no dia 16/07/07, traz impacto para os armazéns, que correspondem a 90% de toda a capacidade estática brasileira cadastrada pela Conab, de 123 milhões de toneladas. Para responder a possíveis dúvidas sobre o tema, a Companhia preparou uma lista das perguntas mais freqüentes, listadas abaixo. A estatal disponibilizou também em seu site os requisitos técnicos obrigatórios e recomendados que constam na nova legislação.
O que é o Sistema Nacional de Certificação de Unidades Armazenadoras?

De acordo com a legislação, o Sistema Nacional de Certificação de Unidades Armazenadoras deve estabelecer as regras e procedimentos de gestão para qualificação e habilitação de armazéns, visando a guarda e conservação de produtos agropecuários. Ele está sob a coordenação do Ministério da Agricultura e conta com a participação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio. Seu desenvolvimento será de acordo com as normas do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade.
O que é a Avaliação da Conformidade?

É um processo sistematizado, com regras preestabelecidas e devidamente acompanhado, para avaliar o grau de confiança de um serviço. É o instrumento que fornece a evidência de que o sistema de gestão do serviço atende requisitos técnicos especificados em normas e regulamentos.
Como foram elaboradas as regras para a certificação?

Com a participação de representantes dos setores público e privado, foram estabelecidos os requisitos técnicos recomendados ou obrigatórios para a certificação de unidades armazenadoras e o regulamento de avaliação da conformidade. Por se tratar de uma certificação compulsória, essas regras foram submetidas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) à consulta pública entre novembro de 2006 e fevereiro de 2007. Após análise das contribuições apresentadas, o texto final foi aprovado pelo Mapa e publicado na Instrução Normativa n.º 33, de 12 de julho de 2007.
Quando será obrigatória a certificação?

A instrução normativa não trata deste assunto. No entanto, os prazos para adaptação às regras já estão sendo contados desde sua publicação, em 16 de julho de 2007. Alguns requisitos são obrigatórios no momento da primeira vistoria da unidade armazenadora pela entidade certificadora, outros terão prazos de três ou cinco anos, após a publicação das regras pelo Mapa, para que o armazenador promova as adequações exigidas. Contudo, é recomendável que ele procure iniciar o processo o quanto antes, visto que a quantidade de armazéns que deverão ser certificados é muito grande.
Todo armazenador deverá ser certificado?

Não. A certificação será obrigatória para as pessoas jurídicas que prestam serviços remunerados de armazenagem de produtos a terceiros, inclusive ao governo federal, armazenando os estoques públicos. As regras valem apenas para os armazéns em ambiente natural.
Um armazenador não obrigado por lei poderá ser certificado?

Sim, pois não há restrição para a participação voluntária de unidades armazenadoras não obrigadas a se certificarem, ou seja, é possível a certificação voluntária para aquelas estruturas armazenadoras que não se enquadram como prestadoras de serviços para terceiros.
Quais são os passos que seguirão à publicação da instrução normativa?

Após a publicação da instrução normativa pelo MAPA, o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) irá iniciar o credenciamento dos Organismos de Certificação de Produto (OCP), que são as empresas que farão a certificação. Elas serão responsáveis pelo controle e pelo acompanhamento da concessão de licença e uso da identificação da certificação. Os auditores dessas entidades passarão por um curso de formação. O Inmetro irá disponibilizar na sua página da internet os OCP.
Quais são os principais requisitos exigidos na certificação?

O Sistema de Certificação de Unidades Armazenadora está balizado em três pilares: (1) os aspectos técnicos, em que são exigidos os equipamentos indispensáveis para a guarda e conservação do produto; (2) os aspectos relativos à documentação, nos quais é exigida documentação que comprova, entre outras operações, o manejo adotado pelo armazenador durante o armazenamento; e (3) a capacitação da mão-de-obra em que o armazém comprova possuir programa de treinamento de todos os empregados.
Qual o primeiro passo que um armazenador deve dar para ser certificado?

Para ingressar no programa de Avaliação da Conformidade, o armazenador já deve estar cadastrado na Conab. A partir daí, cabe-lhe solicitar a certificação ao OCP, informando que seu estabelecimento está de acordo com os requisitos técnicos recomendados e obrigatórios. A empresa certificadora verifica essa documentação e realiza uma vistoria. Caso esteja tudo dentro do que prevê a instrução normativa, ele emite o certificado. Se não, é informado sobre o que precisa ainda ser feito. Há situações em que o armazém poderá ter um documento provisório. Ele poderá operar, mas haverá um prazo para se adequar a alguns requisitos obrigatórios que não serão exigidos inicialmente.
Haverá auditorias a cada cinco anos. Constatada alguma inconformidade, o OCP poderá suspender temporariamente ou excluir a licença de uso de identificação da certificação. O depositário deverá manter as condições que serviriam de base para a obtenção do documento. Caso haja alterações nas condições apresentadas, ele deverá comunicar o fato à empresa certificadora, que determinará se as mudanças anunciadas exigem auditorias adicionais.
A Conab já cadastra e credencia armazéns. Existe alguma relação entre armazéns cadastrados, credenciados e certificados?

Os conceitos são bem diferentes. O cadastramento na Conab é um dos requisitos obrigatórios da certificação. Para isso, todo armazém deve estar cadastrado na Companhia, ou seja, seus dados técnicos devem estar disponíveis no banco de dados. A certificação é obrigatória para todas as empresas armazenadoras jurídicas que prestam serviços remunerados para terceiros, independentemente da propriedade do produto. O credenciamento realizado pela Conab está relacionado exclusivamente com os estoques de propriedade do Governo Federal. Apenas os armazéns credenciados é que podem receber e armazenar os estoques governamentais.
Com o início do sistema de certificação, a Conab vai alterar o processo para o credenciamento de armazéns?

A Conab vai alterar as normas para que o primeiro requisito para o credenciamento seja a certificação. Outras exigências e requisitos para que o armazém opere com os estoques públicos vão continuar existindo, pois há questões técnicas e peculiaridades para quem presta serviço para o Governo. Para credenciamento, continuará sendo necessária a inexistência de pendências financeiras com a Conab, o cadastro no SiCAF e a assinatura do Contrato de Depósito.

Fonte: Mais informações estão disponibilizadas no site da Conab.
Companhia Nacional de Abastecimento
Gerência de Comunicação da Conab

Links referenciados

Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial
www.inmetro.gov.br

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
www.agricultura.gov.br

Companhia Nacional de Abastecimento
www.conab.gov.br

Gerência de Comunicação da Conab
gerco@conab.gov.br

Governo Federal
www.brasil.gov.br

Inmetro
www.inmetro.gov.br

Conab
www.conab.gov.br

MAPA
www.agricultura.gov.br

Saiba mais por este link:       http://www.engesv.com.br/contate-nos_1.html

terça-feira, 11 de maio de 2010

Briquete

Briquete

Produto de alto teor calorífico, obtido pela compactação dos resíduos de madeiras como o pó de serragem e as casca vegetais, geralmente provenientes do desdobramento de tora. Apresenta forma regular e constituição homogênea e de grande utilização para a geração de energia principalmente em fornos industriais. É considerado uma lenha ou carvão ecológico de alta qualidade, feito a partir da compactação de resíduos ligno-celulósicos, sob pressão e temperatura elevadas, tais como: galhos e cascas de árvores, aparas de madeira, serragem, pó de lixa, maravalhas, bagaço de cana-de-açúcar, casca de arroz, palha e sabugo de milho etc.

O briquete é uma lenha ecológica, que substitui com grande eficiência a lenha comum o óleo BPF, o gás, a energia e outros. Serve para fornos de pizzas padarias, indústrias, lareiras,lavanderias,fogão a lenha e outros. Alternativa atual de energia, com os altos preços dos combustíveis, e a preocupação com o meio ambiente, o briquete se tornou uma solução pratica e viável com um ótimo custo-beneficio, trazendo uma ótima economia, rentabilidade e garantia no fornecimento.

Características do Briquete:

Densidade: 1.000 kg/m3 a 1.300 kg/m3

Consumo: 20 a 60 kWh/t

Produção: 200 a 1.500 kg/h

P.C.I: 4.800 kcal/kg (20,1 MJ/kg)

Voláteis: 81%(base seca)

Cinzas: 1,2% (base seca)

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Vantagens da Utilização de Briquetes.

•Podem ser usados em caldeiras, lareiras, padarias, pizzarias, cerâmicas;

•São produzidos em tamanhos padrões;

•São fornecidos em embalagens padronizadas, uma tonelada de briquete substitui até 5 m3 de lenha;

•Poder calorífico de 2,5 vezes maior do que o da lenha;

•Espaço de armazenagem reduzido, possibilitando assim a manutenção de estoques reguladores e de emergência;

•Produto higiênico sem os inconvenientes da lenha;

•Devido a baixa umidade a temperatura se eleva rapidamente, produzindo menos fumaça cinza e fuligem em relação a lenha;

•Não danifica a fornalha no manuseio de abastecimento;

•Fim da queima de resíduos;

•Produto 100% reciclado e “Ecologicamente correto”, pois diminui o desmatamento;

•O Briquete é vendido por peso certo. Já a lenha é comercializada por m3, o que permite perdas devido aos vazios em seu empilhamento;

•Em razão de sua regularidade térmica, o Briquete mantém o calor Homogêneo;

•Alto poder calorífico mais homogêneo que a lenha;

•Maior temperatura de chama;

•Regularidade térmica;

•Menor índice de poluição pois é um combustível renovável;

•Permite o aproveitamento do lixo das indústrias de base florestal, agro-agrícolas, agroalimentares, entre outros de origem vegetal;

•Reduz o impacto negativo sobre as florestas nativas para a retirada de lenha.

Maiores informações: www.lippel.com.br
http://www.lippel.com.br/downloads/category/3-briquetagem.html

domingo, 11 de abril de 2010

Eng° Sérgio Valadão

 "Engenheiro mecatrônico, especialista em segurança no trabalho e bioenergia com ênfase em biocombustíveis, 12 anos de experiência em cargos de gerente industrial, supervisor técnico, supervisor de vendas. Focado em objetivos, atuo nas áreas de despoeiramento industrial, treinamentos diversos, qualidade, manutenção, projetos, usinagem, montagem e fabricação de máquinas agrícolas e usinas de biodiesel. Conhecimento avançado de softwares como AutoCAD, Matlab e outros. Habilidade em montar, motivar, recrutar equipes de trabalho. Interesse em execução, fiscalização e gerenciamento de projetos em obras e fábricas industriais. Dinâmico, ótimo relacionamento, espírito de equipe, liderança e empreendedor." 

Especializações: MBA Gestão de projetos, Engenheiro bioenergético enfase em biocombustíveis, Engenheiro de segurança no trabalho, Engenheiro de controle e automação, Técnico em mecânica e Torneiro mecânico.  

Principais cursos: Análise de Vibrações e Termografia, Auditor de gestão integrada normas 14000, 18000 e 9000, Matlab, Auto Cad, C++, Eletrônica Analógica e Digital, Tornearia Mecânica, Pneumática, Hidráulica, Metrologia, Lubrificação, Elementos de Máquinas, Desenho Mecânico, CLP, CNC, Elétrica, Solda Elétrica, Mig e Oxiacetilênica, Ajustagem Mecânica, Controle e Automação, Project, entre outros.

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ENGESV- ENGENHARIA SUSTENTÁVEL

Serviços:

Projetos de Fabricação, para o comércio de máquinas agrícolas e equipamentos agroindustriais, bioenergéticos e mecatrônicos.

Projetos de Engenharia de Segurança no Trabalho: PPRA, LTCAT, CIPA, EPI, etc.

Execução, reformas, manutenções, montagens em equipamentos de armazenagem e secagem de grãos agricolas.

Obras e montagens mecânicas, elétricas, projetos de captação de pó, captação de película, biodigestores, controle e automação, sistemas de proteção de descarga atmosférica.

Desenvolvimento de projetos e serviços em conformidade com a legislação ambiental, sistemas de controle e combate a incêndio, usinagem, fabricação e montagem de usina completa de biodiesel, consultoria e assessoria, treinamentos, novos projetos.

Fundições, pinturas, biodigestores, SPDA , Documentações para a FEAM, ANP, MTB, Bombeiros, CREA, Ministério da Agricultura, Policia Federal, entre outros.

sábado, 10 de abril de 2010

Processo de Obtenção do Biogás

O Brasil utiliza fontes renováveis de energia e a energia hidroelétrica é a responsável por mais de 80% da eletricidade consumida no país, seguida pelo etanol, biodiesel e biomassa. Na região do Triangulo Mineiro e alto Paranaíba em Minas Gerais a produção gerada pelas agroindústrias, principalmente os dejetos das granjas de suínos, estão sendo utilizados para a geração de energia elétrica, através do biogás fornecido pelos biodigestores rurais, ajudando a evitar problemas ambientais e reduzindo os custos de produção. Este trabalho tem por objetivo apresentar resultados experimentais (estudo de caso) em que a adição de 5% de glicerina em um biodigestor rural, aumenta a produção de biogás em cinco vezes. O excesso de glicerol, subproduto do biodiesel no mercado brasileiro, em conseqüência da lei que obriga a Petrobrás a adicionar 5% “B5” de biodiesel no diesel fóssil, justifica este trabalho. Planeja-se que o biodigestor rural seja alimentado à base de estrume de suíno, operando-se a uma temperatura interna de 37°C e com sistema de agitação, e será adicionado 5% desta glicerina ao substrato para comprovar o desempenho do biodigestor e verificar se a capacidade útil será otimizada.

Mais informações: engenharia@engesv.com.br

                              www.engesv.com.br

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Gestão de Projetos

Gerência de projetos, gestão de projetos, gerenciamento de projetos ou ainda administração de projetos é a aplicação de conhecimentos, habilidades e técnicas na elaboração de atividades relacionadas para atingir um conjunto de objetivos pré-definidos. O conhecimento e as práticas da gerência de projetos são mais bem descritos em termos de seus processos componentes.

Reduzida à sua forma mais simples, a gerência de projetos é a disciplina de manter os riscos de fracasso em um nível tão baixo quanto necessário durante o ciclo de vida do projeto. O risco de fracasso aumenta de acordo com a presença de incerteza durante todos os estágios do projeto.

Um ponto-de-vista alternativo diz que gerenciamento de projetos é a disciplina de definir e alcançar objetivos ao mesmo tempo em que se otimiza o uso de recursos (tempo, dinheiro, pessoas, espaço, etc).

A gerência de projetos é frequentemente a responsabilidade de um indivíduo intitulado gerente de projeto. Idealmente, esse indivíduo raramente participa diretamente nas atividades que produzem o resultado final. Ao invés disso, o gerente de projeto trabalha para manter o progresso e a interação mútua progressiva dos diversos participantes do empreendimento, de modo a reduzir o risco de fracasso do projeto, podendo arcar com qualquer ônus.

Um projeto é desenvolvido pelo profissional denominado "gerente de projeto". Este profissional raramente participa das atividades diretas do projeto que produzem os resultados. Sua função é "gerenciar" o progresso do empreendimento e através das variáveis (qualidade, custo, prazo e âmbito) verificar seus desvios. Desta forma, seu objetivo geral é proporcionar que as falhas inerentes aos processos sejam minimizadas.

Um gerente de projeto tem que determinar e executar as necessidades do cliente, baseado nos seus próprios conhecimentos. A habilidade de adaptar-se aos diversos procedimentos pode lhe proporcionar um melhor gerenciamento das variáveis e desta forma uma maior satisfação do cliente.

Em campo, um gerente de projeto bem sucedido deve poder imaginar o projeto inteiro do seu começo ao seu término e desta forma assegurar que esta visão seja realizada.

Qualquer tipo de produto ou serviço—edifícios, veículos, eletrônica, software de computador, serviços financeiros, etc. -- pode ter sua execução supervisionada por um gerente de projeto e suas operações por um gerente de produto.

Referências gerais

Heizer, Jay; Render Barry. "Operations Management": International Edition, 7ª Edição 2004, ISBN 131209744
Gaither, Norman. Production and Operations Management" International Edition, 5ª Edição 1992, ISBN 30746221
Monks, Joseph G. " Administração da Produção" Editora McGraw Hill, 1ª Edição 1987, ISBN 74502778

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Filtros Mangas

A cada dia que passa mais empresas se encontram na condição de controlar a emissão de particulados para a atmosfera, seja pelas exigências governamentais, seja pelo reaproveitamento da matéria-prima, ou mesmo, pela política de respeito ao meio ambiente.

Nesse contexto, o mercado de sistemas de controle ambiental tem crescido cerca de 20% ao ano, encorajando o surgimento de novos fabricantes de filtros e o aprofundamento sobre o tema por parte das equipes de manutenção de cada indústria.

A otimização do rendimento do equipamento inicia com o conhecimento de suas limitações, o seu correto dimensionamento (área filtrante), a mais econômica e eficiente especificação das mangas e a correta operação do filtro.

Limitações dos equipamentos - De modo geral, a separação de partículas sólidas (como pigmentos metálicos, adubos, fuligem, minerais, fumos metálicos, pós de cimento, cereais, etc.) do ar ou de um gás é realizada por um sistema composto por coifa, filtro, ventilador, chaminé conectados por tubulações.

Supondo que um filtro receba 100 g/m3 de pó e deixe passar 0,050 g/m3 para a chaminé, consideramos que sua eficiência é de 99,95%, ou seja, é a diferença percentual entre as concentrações de pó na entrada e na saída do filtro.

Tipicamente, os órgãos ambientais públicos determinam que um filtro não deve emitir mais que 0,05 g/m3 ou 50 mg/m3 independentemente da concentração inicial de pó. Salvo filtros localizados em regiões pouco habitadas (150 mg/m3) ou filtros para pós tóxicos (10 mg/m3 ou menos).

Fonte: http://www.quimicaederivados.com.br/revista/qd407/filtros1.htm
Eng.Químico Tito de Almeida Pacheco



quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Usina de Biodiesel

Fabricação, Operação e Comercialização de uma usina completa de biodiesel desde a recepção das oleoginosas, armazenamento dos grãos, extração incluindo extrusora e prensagem, decantações e filtragens, transesterificação, laboratório para analises com a finalidade de atender as normas e resoluções da ANP “Agencia Nacional do Petróleo” produzindo biodiesel com qualidade, proporcionando lucratividade e soluções alternativas para um dos setores mais importantes da economia mundial na atualidade: Combustíveis Renováveis.


Disponibilizar aos agricultores, órgãos públicos, transportadoras, mineradoras ou grandes consumidores de energias fósseis, conhecimentos tecnológicos básicos e necessários para entender a construção, operação e a comercialização de uma usina produtora de biodiesel, a fim de auditar, gerenciar, supervisionar, empreender, fabricar, etc, transformando as várias opções de oleoginosas em uma forma orgânica rentável e ecologicamente correta.

Usina de Biodiesel com produção em bateladas, matéria prima: soja, óleo vegetal, óleo reciclável com forma construtiva horizontal ou vertical, sistema de aquecimento a óleo térmico. • Fabricação, • Tanques de processamento, • Decantadores, • Tanques de resfriamento de água, •Tanques de armazenamento, • Laboratório químico, • Escritório, • Galpão, • Maquinários, • Reservatórios, • Fluxogramas de funcionamento da usina de Biodiesel, •Moega, •Extração, • Processo por Transesterificação, • Analises Laboratoriais, •Fornecedores, •Responsabilidade Técnica, ARTs, CREA, •DOCUMENTAÇÃO: ANP, FEAM, BOMBEIROS, MTB, PROJETOS ELETRICOS, MECANICOS, SEGURANÇA NO TRABALHO, SPDA, PROJETO DE CONBATE A INCENDIO, FISCALIZAÇÃO DOS ORGÃOS FEDERAIS, ESTADUAIS E MUNICIPAIS.

A tecnologia da USINA é baseada na transesterificação, catálise homogênea, processo para as rotas etílicas e metílicas, com forte enfoque na utilização do etanol derivado da cana em substituição do derivado fóssil metanol, podendo também os dois serem integralizados na planta de Biocombustíveis. O uso do etanol apresenta muitas vantagens, como: a segurança operacional da usina com sensível redução do risco de acidentes; a produção no local refletindo na garantia de suprimento; e de ser um derivado de fontes renováveis.

INSTALAÇÃO, ATIVAÇÃO E FUNCIONAMENTO: Projeto, fabricação, treinamento e testes operacionais, Fabricação conforme a norma nacional ABNT.

ABDIESEL LTDA

ENGESV -ENGENHARIA SUSTENTÁVEL - http://www.engesv.com.br/

sábado, 19 de setembro de 2009

Segurança no Trabalho e Meio Ambiente

 EXPLOSÃO DE PÓ EM UNIDADES ARMAZENADORAS E PROCESSADORAS DE
 PRODUTOS AGRÍCOLAS E SEUS DERIVADOS

RESUMO

Este trabalho aborda os riscos existentes nas fases de armazenamento, transporte, beneficiamento e transporte de produtos agrícolas (grãos de cereais) e seus derivados, sob o ponto de vista da ocorrência de explosões do pó em suspensão, em indústrias de secagem e armazenagem de cereais e fábricas de rações e farelos. As causas do fenômeno são pouco conhecidas por empresários, técnicos e funcionários.
Conhecem mais suas consequências, em geral extremamente danosas. A literatura especializada define explosões primárias e secundárias, faz uma explanação sobre os fatores influentes e locais de risco, descreve medidas preventivas para equipamentos e instalações, assim como analisa os sistemas construtivos seguros. Baseado nesses conhecimentos, foi desenvolvido o presente Estudo de Caso: acidente ocorrido em 1993 em uma instalação típica a que este trabalho se refere, com descrição do acidente, laudos periciais emitidos, estudo e discussão dos procedimentos tomados e conclusões dos peritos, possíveis causas e medidas para evitar acidentes de tal magnitude, aprendendo com as falhas ocorridas. Há muito o que se estudar sobre o tema. A prudência e segurança é importante nas atividades industriais sujeitas ao risco de explosão de pós em suspensão. Palavras-chave: Explosão, Pó.

Fonte: http://www.uepg.br/denge/eng_seg_2004/TCC/TCC%2017.PDF
CLAUDIO BETENHEUSER
CARLOS RODRIGO FERREIRA
OSVALDO THIBES CHAVES DE OLIVEIRA
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado para obtenção do título de Especialista em
Engenharia de Segurança do Trabalho - Departamento de Engenharia Civil
Universidade Estadual de Ponta Grossa.